But I 39-m A Cheerleader Filme - Completo Dublado

Tudo Sobre "But I'm a Cheerleader": O Clássico LGBTQIA+ Que Você Precisa Conhecer

Se você chegou até aqui procurando por "But I'm a Cheerleader filme completo dublado", você está no lugar certo para descobrir por que essa produção se tornou um dos maiores clássicos cult do cinema LGBTQIA+.

Lançado em 1999 e dirigido por Jamie Babbit, o filme é uma comédia romântica satírica que abordou temas de conversão sexual e identidade muito à frente de seu tempo. Se você gosta de filmes com estética pop, cores vibrantes e uma crítica social afiada, este é obrigatório.

Neste post, vamos falar sobre a trama, o elenco estelar e o legado do filme.

A Story Inspired by the Film

Sofia had always known she was different. Growing up in a conservative town, she found solace in the school's cheerleading squad, which became her escape and her community. But when her parents noticed her close relationship with her best friend, Emily, they panicked. They decided that Sofia needed help, enlisting her to a prestigious, albeit secretive, summer camp aimed at "fixing" her orientation.

The camp, nestled in a remote location, was everything Sofia had imagined and more. It was run by charismatic counselors who preached about the perils of non-heterosexuality. Despite her initial resistance, Sofia was drawn into the camp's dynamic, mainly due to her cheerleading background. She quickly made friends, or so she thought.

As days turned into weeks, Sofia began to notice the dark underbelly of the camp. The methods used to "cure" the attendees were not only bizarre but also abusive. There were subliminal messages, grueling physical exercises, and isolation from the outside world. Despite the harsh conditions, Sofia found an unexpected sense of belonging among her fellow attendees.

One night, under the stars, Sofia confided in Emily, who had been secretly communicating with her through coded messages. Emily revealed she had been investigating the camp and discovered its sinister intentions. Together, they hatched a plan to expose the camp and escape.

Their plan was put into action when Sofia pretended to have a breakthrough, feigning a change in her sexual orientation to gain the trust of the camp's authorities. Under the cover of night, Sofia and Emily made their move, gathering evidence and making a daring escape.

The aftermath was intense. The camp was shut down, and its leaders were brought to justice. Sofia and Emily's bond grew stronger, and they became symbols of resistance against conversion therapy. Though they faced challenges, they stood by each other, their relationship a testament to love's power and resilience.

Sofia's story became a beacon of hope for many. She realized that her identity wasn't something to be "cured" but celebrated. And though the journey was fraught with danger, she emerged stronger, more confident, and more in love than ever.

This narrative is inspired by the themes and plot of "But I'm a Cheerleader Filme Completo Dublado." The film is a powerful critique of conversion therapy and a celebration of individuality and love. If you're interested in watching the film, there are various platforms where you can find it, ensuring you can enjoy "But I'm a Cheerleader" in its complete and dubbed version.

"But I’m a Cheerleader" Filme Completo Dublado: Tudo Sobre o Clássico Cult LGBTQ+

Se você está em busca de "But I’m a Cheerleader filme completo dublado", provavelmente já ouviu falar desse ícone do cinema independente dos anos 90 ou viu algum recorte estético e colorido nas redes sociais. Lançado em 1999 (e chegando ao Brasil muitas vezes sob o título Nunca Fui Santa), o filme se tornou uma obra essencial para a comunidade LGBTQ+ e para amantes de sátiras sociais.

Neste artigo, vamos explorar do que se trata o filme, por que ele continua relevante e onde você pode encontrar essa obra vibrante. Sinopse: Do Que se Trata o Filme?

A trama acompanha Megan Bloomfield (interpretada por Natasha Lyonne), uma adolescente americana típica: ela é líder de torcida, tira boas notas e tem um namorado jogador de futebol americano. No entanto, sua família e amigos estão convencidos de que ela é lésbica devido a sinais "óbvios", como seu vegetarianismo e o fato de ela ter pôsteres de mulheres no quarto.

Contra a sua vontade, Megan é enviada para o True Directions, um acampamento de terapia de conversão liderado pela rígida Mary Brown (Cathy Moriarty). Lá, ela conhece Graham (Clea DuVall), uma jovem rebelde que a faz questionar tudo o que ela acreditava sobre si mesma. Por Que Assistir "But I’m a Cheerleader"?

Existem vários motivos pelos quais este filme se tornou um clássico cult:

Estética "Camp": O filme utiliza cores saturadas e artificiais — muito rosa para as meninas e azul para os meninos — para satirizar os papéis de gênero tradicionais. Visualmente, ele lembra as obras de John Waters ou Wes Anderson.

Sátira Inteligente: Em vez de ser um drama pesado sobre um tema difícil (terapia de conversão), a diretora Jamie Babbit escolheu a comédia para ridicularizar o absurdo dessas instituições.

Elenco de Estrela: Além de Natasha Lyonne (de Orange Is the New Black e Boneca Russa), o filme conta com RuPaul Charles (sem drag, interpretando um orientador "ex-gay") e Melanie Lynskey. Onde Assistir ao Filme Completo Dublado?

Encontrar a versão dublada de filmes independentes mais antigos pode ser um desafio em plataformas de streaming convencionais, já que muitas vezes eles são disponibilizados apenas com o áudio original e legendas.

Plataformas de Streaming: Verifique regularmente serviços como MUBI (conhecido por seu catálogo cult), Prime Video ou Telecine, que costumam rotacionar clássicos do cinema alternativo.

Aluguel Digital: Plataformas como Apple TV (iTunes) e Google Play Filmes ocasionalmente oferecem o título para compra ou aluguel.

YouTube: Por ser um filme com mais de 20 anos, às vezes é possível encontrar versões disponibilizadas por canais de entusiastas de cinema, embora a qualidade e a legalidade variem. Vale a pena ver dublado ou legendado?

Embora a busca por "But I'm a Cheerleader dublado" seja comum, muitos fãs recomendam a versão legendada. Isso porque a performance de Natasha Lyonne e o tom sarcástico das falas originais carregam nuances que a dublagem da época nem sempre conseguia captar com total fidelidade. No entanto, a versão dublada traz aquela nostalgia clássica das exibições de TV a cabo dos anos 2000. Conclusão

But I’m a Cheerleader é mais do que um filme de romance adolescente; é um manifesto colorido sobre aceitação e a descoberta da própria identidade. Se você procura uma história que mistura humor ácido com uma mensagem de amor próprio, este filme é parada obrigatória.

Você gostaria de uma lista de outros filmes clássicos do cinema LGBTQ+ que seguem essa mesma linha estética e cômica? But I 39-m A Cheerleader Filme Completo Dublado

But I'm a Cheerleader: A Sátirasociál Comédia que Desafia as Convenções

Lançado em 1999, "But I'm a Cheerleader" é um filme de comédia satírica americano dirigido por Jamie Blanks e escrito por Blanks e Robert Harling. O filme estreou no Festival de Cinema de Sundance daquele ano e rapidamente ganhou atenção por sua abordagem ousada e crítica às convenções sociais, gênero e moralidade. A obra foi distribuída pela Searchlight Pictures e recebeu o nome de "Mas sou uma cheerleader" no Brasil.

Sinopse

A história gira em torno de Megan (interpretada por Natasha Lyonne), uma jovem com problemas de autoestima e confusão sobre sua própria identidade. Após uma discussão com sua mãe, Megan é enviada para um campo de retiro chamado "The Park", disfarçado de acampamento de verão, mas que na verdade se trata de um controverso campo de "reabilitação" para jovens com comportamento considerado desviante. O campo é dirigido pela enigmática e controladora Sra. Pelley (Maya Rudolph), que afirma usar métodos não convencionais para "reformar" os jovens.

No campo, Megan conhece um grupo de jovens com supostos problemas de comportamento, incluindo Mary (interpretada por Angie Harmon), a líder de torcida aparentemente perfeita, e Cliff (Ethan Suplee), um jovem problemático. Juntos, eles embarcam em uma jornada de autoconhecimento, questionando as normas e valores que lhes foram impostos.

Temas e Mensagens

"But I'm a Cheerleader" aborda uma série de temas complexos, incluindo a construção social da identidade, a repressão sexual, o machismo e a conformidade. O filme usa o cenário de um campo de reabilitação para explorar como as sociedades e as famílias impõem certos papéis e expectativas aos indivíduos, muitas vezes sufocando suas verdadeiras naturezas.

Através da personagem de Megan, o filme explora a busca por autenticidade e autoaceitação em um mundo que frequentemente valoriza a conformidade. A obra também satiriza criticamente a hipocrisia e o moralismo, especialmente em relação à sexualidade e ao gênero.

Estilo e Recepção

O estilo do filme combina elementos de comédia negra, sátira social e drama, criando uma atmosfera única que desafia o público a refletir sobre seus próprios valores e preconceitos. A atuação do elenco, incluindo Natasha Lyonne e Maya Rudolph, foi elogiada por trazer profundidade e autenticidade à narrativa.

"But I'm a Cheerleader" recebeu críticas positivas por sua originalidade e coragem em abordar temas delicados. O filme mantém uma classificação alta no Rotten Tomatoes, com muitos críticos elogiando sua inteligência, sensibilidade e relevância social.

Legado e Influência

Desde seu lançamento, "But I'm a Cheerleader" tem sido lembrado como um filme cult, apreciado por sua perspicácia e desafio às convenções. A obra influenciou uma geração de cineastas e escritores que buscam abordar questões sociais de maneira criativa e incisiva.

A comédia satírica e o tom crítico do filme também abriram caminho para outras obras que desafiam as normas sociais e exploram temas considerados tabu. "But I'm a Cheerleader" permanece relevante hoje, servindo como um espelho para as continuadas lutas com a identidade, a conformidade e a moralidade na sociedade.

Conclusão

"But I'm a Cheerleader" é mais do que apenas uma comédia - é uma obra que desafia o público a questionar e refletir sobre as normas e valores que definem nossas vidas. Com sua sátira inteligente, atuações poderosas e abordagem corajosa de temas complexos, o filme deixou um legado duradouro como uma crítica social incisiva e uma peça importante do cinema independente dos anos 90.


Title: But I'm a Cheerleader (1999): Por que você precisa assistir a essa comédia cult dublada em português

Introdução: Um Clássico da Sátira e do Romance LGBTQIA+

Lançado em 1999, But I'm a Cheerleader (Eu Sou a Cheerleader, em tradução livre) é muito mais do que uma comédia romântica. Dirigido por Jamie Babbit, o filme é uma sátira brilhante e colorida aos "campos de conversão sexual" que existiam (e ainda existem) nos Estados Unidos. Com uma estética propositalmente exagerada, paleta de cores vibrantes (rosa, azul e branco) e um humor ácido, o filme se tornou um ícone do cinema cult e um símbolo de resistência para a comunidade LGBTQIA+.

Para o público brasileiro, assistir ao filme completo dublado adiciona uma camada extra de diversão, com as vozes carismáticas que trouxeram ainda mais vida às personagens icônicas.

Sinopse (Sem Spoilers)

Megan (Natasha Lyonne) é uma adolescente aparentemente comum: líder de torcida, namorada do quarterback do time de futebol americano, que ama a decoração rosa do seu quarto e tem um altar para a cantora Melissa Etheridge (sim, o filme já começa com essa ironia deliciosa). O problema, segundo seus pais e amigos conservadores, é que Megan não sente atração por meninos.

Após um "intervenção" chocante, ela é enviada para a True Directions ("Direções Verdadeiras"), um campo de terapia de reorientação sexual comandado pela rígida Mary Brown (Cathy Moriarty). Lá, Megan vai aprender a ser "heterossexual" através de tarefas absurdas como separar lixo em "masculino" e "feminino", aprender tarefas domésticas (para as meninas) e serviços pesados (para os meninos).

É claro, o plano dá terrivelmente errado. É no campo que Megan conhece a rebelde e de cabelo curto Graham (Clea DuVall) e, pela primeira vez, começa a entender o que é, de fato, sentir borboletas no estômago.

Por que assistir à versão Dublada?

Se você tem o hábito de assistir filmes em inglês legendado, a versão dublada de But I'm a Cheerleader merece uma chance por três motivos: Tudo Sobre "But I'm a Cheerleader": O Clássico

  1. Acessibilidade e Imersão: A dublagem em português permite que você se concentre nos visuais incríveis – das roupas cafonas à direção de arte que parece um comercial dos anos 50 – sem perder nenhuma piada rápida ou trocadilho.
  2. Adaptação de Humor: Os tradutores e dubladores brasileiros fizeram um trabalho fantástico adaptando o sarcasmo e as frases de efeito. Frases como "I'm a lesbian trapped in a straight girl's body" ganham versões hilárias e que conversam com o público daqui.
  3. Nostalgia Sessão da Tarde (versão adulta): A dublagem traz aquela sensação de assistir a um filme adolescente nos anos 2000, mas com um conteúdo muito mais progressista e ousado do que qualquer coisa que passava na TV aberta na época.

O Elenco de Vozes (Dublagem Brasileira)

Infelizmente, as informações sobre o elenco de dublagem original desse filme são escassas e variam de acordo com a versão (VHS, TV ou streaming). No entanto, os fãs brasileiros costumam elogiar o trabalho das vozes que dublaram:

  • Megan: Uma voz doce que gradualmente se torna mais confiante.
  • Graham: A dublagem acerta no tom descolado e levemente entediado da personagem.
  • Mary Brown (diretora do campo): A dublagem exagera no tom professoral e hipócrita, o que torna a personagem ainda mais caricata e engraçada.

Onde Encontrar o "Filme Completo Dublado"?

Esse é o ponto crucial. Por ser um filme cult e de um estúdio independente (Lionsgate), But I'm a Cheerleader nem sempre está disponível nas grandes plataformas de streaming com opção de áudio português.

Sugestões para assistir:

  • Amazon Prime Video: Em alguns países, o filme está disponível para aluguel ou compra. Verifique se a faixa de áudio em português (PT-BR) está listada.
  • YouTube Filmes / Google Play: Outro local comum para encontrar o filme. Use os filtros de idioma.
  • MUBI: Às vezes, o MUBI exibe o filme em seu catálogo rotativo, mas geralmente é legendado.
  • DVD/Blu-ray: Se você for colecionador, a versão em DVD brasileira (lançada pela Europa Filmes) possui dublagem em português.
  • Plataformas alternativas: Vale uma busca no Google por "But I'm a Cheerleader dublado online" – mas tome cuidado com sites não oficiais, que podem ter qualidade de áudio e vídeo ruins.

Conclusão: Por que esse filme ainda é importante em 2024/2025?

But I'm a Cheerleader não é apenas uma comédia. É um documento histórico que escancara o absurdo das terapias de conversão, ao mesmo tempo que entrega um final feliz e genuinamente romântico. A estética kitsch e o visual inspirado no Pleasantville de 1998 transformam o horror da situação em algo palatável e engraçado, mas a mensagem é séria.

Assistir a Megan descobrir sua verdadeira identidade e aprender a dizer "Eu sou uma cheerleader... e sou lésbica" é um ato de afirmação. E fazer isso no seu idioma nativo, com uma dublagem que entende o humor brasileiro, torna a experiência ainda mais especial.

Recomendo para: Fãs de comédias adolescentes ácidas (Jawbreaker, Heathers), romances LGBTQIA+ com final feliz e qualquer pessoa que precise de uma dose de rosa, ironia e resistência.

Nota pessoal: Se você encontrar a versão dublada, não deixe de prestar atenção na cena da "confissão" no círculo e no desfile final. A dublagem brasileira brilha nesses momentos.

Já assistiu? Comente abaixo qual a sua cena favorita e o que achou da dublagem!


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But I'm a Cheerleader (released as Nunca Fui Santa in Brazil ) is a 1999 satirical romantic comedy that has evolved from a critically panned debut into a definitive LGBTQ+ cult classic . Directed by Jamie Babbit, the film uses a vibrant "candy-colored" aesthetic to lampoon the absurdity of conversion therapy and rigid gender roles . Movie Overview

"But I'm a Cheerleader" é um filme de comédia e sátira estadunidense de 1999 dirigido por Jamie Blanks e escrito por Blanks, Robin Blanks e Adam Brooks. O filme estreou no Festival de Cinema de Sundance em 1999 e foi bem recebido pela crítica.

Sinopse:

O filme segue a história de Mary Katherine Gallagher (interpretada por Rachael Leigh Cook), uma jovem de 17 anos que é uma líder de torcida (cheerleader) do time de basquete de sua escola em Nova Jersey. No entanto, Mary Katherine tem um segredo: ela é lésbica. A protagonista não se sente confortável com sua orientação sexual e decide se inscrever em um acampamento de conversão, um tipo de terapia de reversão, na esperança de "curar" sua homossexualidade.

No acampamento, ela conhece outras jovens com problemas semelhantes e também um conselheiro, Robin (interpretado por Amy Sedaris), que parece questionar a eficácia do tratamento. Ao longo do filme, Mary Katherine começa a questionar suas crenças e valores, especialmente quando conhece uma das conselheiras do acampamento, Grace King Bichon (interpretada por Wendi McLendon-Covey), com quem desenvolve uma conexão.

Análise:

"But I'm a Cheerleader" aborda temas como identidade sexual, religião, família e autoaceitação de forma leve e cômica, sem deixar de lado a crítica social. O filme usa o humor para tratar de assuntos sérios, como a terapia de reversão e a pressão social sobre indivíduos LGBTQ+. A obra também explora a complexidade da identidade sexual e como ela pode ser influenciada por fatores externos.

O filme recebeu críticas positivas por sua abordagem sensível e engraçada do tema. A atuação de Rachael Leigh Cook como Mary Katherine Gallagher foi particularmente elogiada, assim como o desempenho do elenco de apoio.

Legado:

"But I'm a Cheerleader" é considerado um clássico cult e um marco importante na representação LGBTQ+ no cinema. Ele ajudou a abrir discussões sobre temas que antes eram considerados tabus e contribuiu para uma maior visibilidade e aceitação das pessoas LGBTQ+. O filme também inspirou uma nova geração de criadores de conteúdo a abordar temas similares com sensibilidade e humor.

Disponibilidade:

Para aqueles interessados em assistir ao filme, "But I'm a Cheerleader" está disponível em várias plataformas de streaming e pode ser alugado ou comprado em lojas de mídia digital. Também é possível encontrar o filme em DVD e Blu-ray.

Conclusão:

"But I'm a Cheerleader" é um filme inteligente e divertido que aborda temas sérios com leveza e sensibilidade. Com uma atuação destacada de Rachael Leigh Cook e um roteiro inteligente, o filme se tornou um clássico cult e continua a ser relevante hoje em dia, contribuindo para a visibilidade e aceitação da comunidade LGBTQ+. Title: But I'm a Cheerleader (1999): Por que

If you are looking for the movie But I'm a Cheerleader (1999) with Portuguese audio (

) or subtitles, here is a guide on where to find it and what to expect from this cult classic. Where to Watch

The film's availability in Brazil varies by platform. While it is widely available in the US on services like Prime Video The Roku Channel

, Brazilian viewers may need to check specific local versions: Prime Video (Brazil) Director's Cut

is often listed. It typically includes Portuguese subtitles, though availability of a full dubbed version varies by region and licensing. YouTube/VOD : Digital rental platforms like Google Play

sometimes offer the film for purchase or rent, occasionally with dubbed options depending on the distributor. media aggregator

is a popular choice for finding diverse language tracks and community-uploaded subtitles. Movie Summary & Themes

Title: But I'm a Cheerleader Filme Completo Dublado

Post:

"Get ready to laugh and enjoy the quirky humor of the 90s! Here's a classic movie that still holds up today: 'But I'm a Cheerleader' (1999).

This satirical comedy film follows the story of Megan (played by Amanda Bynes), a cheerleader who is sent to a conversion therapy camp by her parents, who suspect she's gay. What ensues is a hilarious and heartwarming journey of self-discovery, friendship, and acceptance.

If you're in the mood for a light-hearted, feel-good movie with a dash of wit and charm, then 'But I'm a Cheerleader' is the perfect pick. You can watch the full movie with Portuguese dubbing (Filme Completo Dublado) here [insert link or streaming platform].

So grab some popcorn, get cozy, and enjoy this cult classic! Have you seen this movie before? What are your thoughts on it? Share with us in the comments below!

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O Elenco Estelar que Ninguém Esperava

Uma das razões para a longevidade do filme é seu elenco repleto de futuros astros e rostos conhecidos:

  • Natasha Lyonne (Megan): Hoje famosa por Orange is the New Black e Poker Face, ela entrega a inocência corrompida de forma brilhante.
  • Clea DuVall (Graham): A musa indie queer, que também está em The Handmaid's Tale e Veep.
  • Michelle Williams (Kimberly): Sim! Antes de Brokeback Mountain e Manchester à Beira-Mar, Michelle faz uma participação hilária como uma das "pacientes" do campo.
  • Mink Stole e Ricki Lake: Veteranas do lendário diretor John Waters (de Hairspray), trazendo o tom camp e subversivo.
  • RuPaul (Mike): A rainha da drag aparece como um conselheiro do campo de conversão. No auge de sua fama hoje, ver RuPaul em um papel dramático-cômico em 1999 é um tesouro.

O que é "But I'm a Cheerleader"? (Sinopse)

O filme acompanha Megan Bloomfield (interpretada por Natasha Lyonne), uma adolescente popular, líder de torcida, que namora o "garoto perfeito" e vive nos subúrbios dos Estados Unidos. O problema? Ela sente zero atração por ele.

Preocupados com sua "falta de interesse" em sexo oposto, seus pais e amigos armam um intervenção. A conclusão é "óbvia" (leia-se: absurda): Megan é lésbica. Para "curá-la", eles a enviam para a True Directions (Direções Verdadeiras), um centro de conversão sexual comandado pela rígida e caricata Mary Brown (Cathy Moriarty).

No campo de reabilitação, cercada de paredes rosas, flores artificiais e exercícios de "heterossexualidade compulsória", Megan conhece outras jovens "desviantes", incluindo a rebelde Graham Eaton (Clea DuValle). O que acontece a seguir é uma jornada hilária e emocionante de autodescoberta, onde o plano de "curar" Megan falha espetacularmente, e ela aprende a abraçar exatamente quem ela é.

Temas e Impacto Cultural: Por que Assistir Hoje?

Em 2025, as "terapias de conversão" ainda são uma realidade trágica em muitos lugares. Embora o filme seja uma comédia escrachada, sua mensagem é poderosa:

  1. Crítica à Hipocrisia: Os adultos no filme são mais infantis e egoístas que os adolescentes. Mary Brown vive em negação sobre sua própria vida, e os instrutores são todos reprimidos.
  2. O Poder do Amor-Próprio: Megan não é "salva" por Graham; ela se salva ao perceber que sentir atração por mulheres é natural e belo. O momento em que ela joga o vestido cor-de-rosa no chão é um dos clímaxes emocionais mais subestimados do cinema.
  3. Estética "Camp": O filme é um exemplo perfeito do que Susan Sontag definiu como "camp" – o amor pelo exagerado, pelo artificial e pelo bombástico.

O Visual e a Direção de Arte: A Sátira é Cor-de-Rosa

Quando você encontra o "But I'm a Cheerleader filme completo dublado", prepare-se para um ataque visual. A diretora Jamie Babbit usou uma paleta de cores hiper-saturada: o mundo suburbano de Megan é verde limão e azul bebê. O campo de conversão é completamente rosa, lembra uma casa de bonecas psicótica.

Essa escolha não é à toa. O rosa representa a prisão da feminilidade tóxica e dos papéis de gênero. À medida que Megan aceita sua sexualidade, as cores ficam mais quentes e naturais. A produção é genialmente artificial (os rios são de plástico, as árvores são de papelão) para lembrar o espectador de que toda aquela "heteronormatividade" é uma farsa construída.

1. A Estética Única

"But I'm a Cheerleader" é visualmente deslumbrante. O diretor usou cores específicas para simbolizar a rigidez de gênero imposta pela sociedade: tudo no mundo externo é dominado por tons pastéis, enquanto o campo de reabilitação é um exagero de rosa (para as meninas) e azul (para os meninos). Essa estética influenciou muito o estilo "Y2K" e o visual de outros filmes indie posteriores, como The Babysitter.

Sinopse: Uma Descoberta em Rosa e Azul

A história gira em torno de Megan Bloomfield (interpretada por Natasha Lyonne), uma líder de torcida popular, estudante exemplar e namorada de um jogador de futebol americano. Apesar de ter um namorado, Megan não parece muito interessada nele, adora música de Melissa Etheridge e é vegetariana (um "sinal de alerta" para a família conservadora).

Suspeitando que a filha é lésbica, a família e os amigos realizam uma intervenção e a enviam para a True Directions, um campo de reabilitação que promete "curar" a homossexualidade e ensinar os alunos a serem heterossexuais novamente.

Lá, Megan conhece Graham (Clea DuVall), uma jovem rebelde que foi forçada a ir para o campo pelos pais. À medida que Megan passa pelo programa ridículo e sexista (onde meninas aprendem a trocar fraldas e meninos aprendem a consertar carros), ela percebe que talvez seus pais estivessem certos sobre ela, mas errados sobre a "cura".